Marina Izidoro: “Apesar das dores e roxos espalhados pelo corpo, só tem a agradecer” .

Apesar das dores e roxos espalhados pelo corpo, a diarista e vendedora ambulante Marina Izidoro de Morais só tem a agradecer. “Fiquei muito arranhada, cheia de marcas e roxos. Ainda tenho muita dor, mas estou tomando remédio e passando pomada, agradecendo a Deus por estar viva”, afirmou ao Correio a mulher arrastada por um carro no domingo (16/6), presa pelo barbante dos balões que vendia. O casal que dirigia o automóvel pode ser indiciadas por tentativa de homicídio.

“Quando fui pegar (os balões que o casal pediu), a mulher puxou a corda que estava amarrada na minha mão, prendendo os balões. Quando ela fez isso, o homem fechou o vidro e arrancou com o carro, me arrastando. Vi a morte de perto. Não tem o que explique. Só muita maldade”, lamenta Marina.

No acidente, Marina se machucou e perdeu o dinheiro da venda daquele dia, com o qual pagaria o aluguel da casa onde mora com o filho, em Taguatinga Sul. Agora, o desafio de Marina – além de se recuperar dos ferimentos nas mãos, no rosto e nos punhos – é o de encontrar trabalho. A diarista conta com a ajuda das pessoas: o dono da casa onde mora deixou que o aluguel seja pago mais tarde e muitas mensagens oferecendo ajuda já chegaram. “É muito bom ter esse acolhimento porque não podia ficar sem trabalhar”, comemora Marina.

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